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Soft skills: saiba o que são e como identificá-las no processo seletivo

Formação profissional e competências técnicas ditaram, por muito tempo, as disputas por algumas das oportunidades profissionais mais cobiçadas do mercado. Mas, com a popularização das soft skills, isso tem mudado de maneira significativa.
Agora, o perfil comportamental dos candidatos pode ser ainda mais relevante para a tomada de decisão dos recrutadores. Algo que permite um alinhamento efetivo com a cultura da empresa, as expectativas para o cargo e as considerações em longo prazo para o desenvolvimento desse mesmo profissional.
Vamos ver, então, o que saber a respeito das soft skills para identificá-las em seus próximos processos seletivos? Basta seguir com a leitura deste post!
Habilidades relacionadas ao comportamento de um indivíduo são conhecidas como soft skills. Portanto, aquelas habilidades que podem ser aperfeiçoadas a partir do autoconhecimento, ou através de feedbacks constantes. As soft skills nada tem a ver com as competências adquiridas em cursos técnicos ou formação acadêmica.
Um bom exemplo desse tipo de competência é a inteligência emocional, que costuma representar um perfil profissional ponderado, lógico e equilibrado.
Além disso, em tempos nos quais as empresas se preocupam mais com esse alinhamento de perfis — tem até um termo para isso: fit cultural —, as soft skills se mostram de grande importância para que o setor de RH saiba, antecipadamente, quais dessas habilidades devem ser profundamente observadas.
As hard skills são as habilidades que já mencionamos brevemente, e que por muito tempo figuraram nas prioridades dos recrutadores diante dos candidatos a uma oportunidade na empresa. Alguns exemplos:
Entre outras habilidades que são consideradas necessárias para o preenchimento de uma vaga.
Por sua vez, as soft skills podem ser fortalecidas por meio da criatividade ou de um senso de organização, isso pode distinguir dois candidatos que possuam as mesmas hard skills, mas que tenham habilidades comportamentais diferentes.
E isso não significa que os profissionais tenham que conviver com as mesmas soft skills indefinidamente. Assim como qualquer outra habilidade, elas podem ser aprendidas, desenvolvidas e aprimoradas.
Não à toa, recrutadores devem — e estão prestando — prestar mais atenção a essas habilidades comportamentais. Elas são capazes de agregar muito ao ambiente de trabalho e também na realização de tarefas do dia a dia.
No entanto, não é a única questão a ser destacada. De maneira complementar, é possível enriquecer sempre mais o seu processo seletivo, a partir das melhores práticas do mercado. E se você tem interesse nisso, especificamente, aproveite para conferir o nosso post sobre as grandes tendências em recrutamento para o ano de 2020!
Se, por um lado, já entendemos o que são as soft skills, falta compreender o que elas podem trazer de positivo para a empresa.
A resolução de conflitos, por exemplo, é uma habilidade fundamental para a manutenção de um ambiente seguro, confortável para todos os funcionários e sempre harmonioso. Assim como a já mencionada criatividade permite novas soluções para velhas (e novas) situações.
Que tal vermos então, quais são as soft skills que os seus especialistas de recrutamento e seleção podem ficar de olho, em futuros processos seletivos, e melhorar ainda mais a assertividade em suas contratações?
É inegável o poder de uma boa comunicação, independentemente da mídia utilizada.
Profissionais que conseguem se adaptar aos diferentes meios de comunicação, têm ainda mais vantagem para se sobressaírem no mercado de trabalho. Das plataformas digitais às negociações presenciais, a comunicação se faz presente em cada tarefa cotidiana — e não só pela capacidade de falar com o público e fornecedores, mas também por saber dialogar com os colegas de trabalho.
Para isso, esse tipo de soft skill permite interações mais ricas e com elevado poder de comunicação, seja para ouvir ou expressar-se.
Como bem dissemos, a criatividade é o tradicional “pensar fora da caixinha”. Mas essa soft skill vai além, posicionando-se como um meio de enxergar o mundo de diferentes maneiras.
Para tanto, a criatividade deve ser constantemente nutrida por experiências, interesse em todo tipo de assunto e também em atividades variadas. Cada uma delas pode ser uma pecinha a mais no seu repertório, permitindo a conexão de ideias diferenciadas que escapam ao lugar-comum.
E não se engane: essa é uma das soft skills que mais são exigidas dos profissionais modernos. Afinal de contas, a tecnologia trouxe possibilidades amplas de resolução para as mais diversas demandas. E com um toque extra de criatividade, os resultados podem gerar a tão sonhada vantagem competitiva para a empresa.
Empresas não estão à procura de profissionais que desistem ou se desestimulam diante da primeira ou de uma grande frustração. Pelo contrário: assim como na vida pessoal, a resiliência é uma maneira de sacudir a poeira, aprender com os revezes e obstáculos, e fazer melhor na próxima oportunidade.
Isso inclui o abandono do “medo de errar”. O aprendizado vai vir no contexto de uma tentativa. Se as pessoas não se arriscam, nem assumem a responsabilidade ou não experimentam de novo, como vão saber se as suas ideias seriam realmente eficientes ou necessitariam de poucos ajustes para fazer a diferença?
Vale a pena, contudo, refletir sobre o significado de resiliência. Não se trata de imprudência, mas de decisões tomadas com base em muito planejamento e na consciência de que os obstáculos no percurso existem, mas eles servem de combustível para o seu próprio desenvolvimento.
Falar em soft skills, hoje em dia, passa diretamente pelo conceito de empatia. E isso vale para qualquer posição profissional e em todos os níveis hierárquicos. 
Afinal de contas, essa habilidade permite que as pessoas se coloquem no lugar das outras. E perceba o quanto isso é importante para compreender as dificuldades que colegas de trabalho estejam enfrentando, para enxergar o mundo como outras pessoas enxergam e também para priorizar o crescimento coletivo, e não apenas o individual.
Portanto, pessoas empáticas são excelentes aquisições para as empresas, de maneira que o ambiente de trabalho seja ainda mais colaborativo e menos conflituoso.
A liderança é um elemento fundamental para qualquer recrutador se atentar. Afinal, é por meio dessa característica que podemos observar um bom profissional que já coleciona uma série de soft skills, como:
Entre outras habilidades que ainda discutiremos, nos tópicos a seguir.
Vale destacar também, que a liderança não é algo inerente às pessoas — embora muitas delas carreguem essa característica naturalmente. Com treinamento e um planejamento eficiente, o RH da empresa consegue capacitar cada vez mais funcionários com essas competências e, assim, obter um quadro de colaboradores mais e mais eficientes.
Difícil de ser ensinada, mas fundamental tanto no aspecto corporativo quanto nos assuntos pessoais, a ética é uma habilidade que une diversas características, como influência, moral, empatia, responsabilidade, consciência e colaboratividade, entra outras.
Embora seja desafiadora de ser transmitida e exercitada, a ética pode fazer parte, sim, da cultura da empresa, e também pode ser ensinada a partir de treinamentos realizados pelo setor de RH. Como resultado, cria-se um ambiente menos contagiado pela toxicidade de relacionamentos, pelo egoísmo e também pela competitividade desleal. Ou seja: a ética é uma habilidade que compõe um ambiente de trabalho justo e harmonioso em todos os sentidos.
Na soma das soft skills que citamos até aqui, o trabalho em equipe é uma competência que surge naturalmente. Mesmo assim, vale o seu reforço, tendo em vista que o seu exercício também reduz qualquer problema de relacionamento e de individualismos problemáticos para as equipes.
Nesse sentido, convém ter sempre em mente o trabalho do gestor nesse processo, que não pode privilegiar funcionários individualmente, mas pensando no bem-estar coletivo a todo momento. Algo que, por consequência, deve ser passado para os colaboradores.
Pode parecer subjetivo, mas a flexibilidade é uma das soft skills mais importantes. Ainda mais em uma época na qual, o dinamismo, acelerado pelas novas tecnologias, impulsionou a necessidade das pessoas serem flexíveis com as mais diversas situações. 
As empresas esperam que seus funcionários sejam capazes de se adaptar,  tendo a capacidade de absorver o uso de novas soluções, técnicas ou mesmo se relacionar com perfis distintos de profissionais.
Para finalizar a nossa lista de soft skills, não há como esquecer da inteligência emocional, que consiste na capacidade de administrar as emoções. Com isso, as pessoas aprendem melhor como agem e reagem diante das mais variadas situações de maneira saudável, assertiva e sem deixar os seus sentimentos assumirem o controle de suas decisões.
Dessa maneira, as soft skills podem sim ajudar no desenvolvimento da empresa, e também de cada profissional de maneira individual. E, como vimos, isso só tem a beneficiar os resultados da organização e da sociedade como um todo.
Vale destacar, ainda, que temos muitas dicas constantemente postadas em nossas redes sociais e que podem contribuir com o crescimento da sua empresa de maneira sustentável. Para saber mais a respeito, curta a nossa página no Facebook, e também nos siga no Instagram, Twitter e LinkedIn para ficar por dentro de todas as nossas novidades em primeira mão!
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