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Padrão de vida: você vive de acordo com a sua renda?

A maneira com a qual gerenciamos a renda mensal e lidamos com as nossas prioridades e metas (em curto, médio e longo prazo) define o padrão de vida que levamos.
Acontece que, para isso, é importante saber exatamente quais são os seus gastos e como você se relaciona com o dinheiro. Pois não é incomum ver pessoas com despesas maiores do que a renda familiar — seja consciente ou inconscientemente.
O consumo exacerbado pode levar às dívidas e, com isso, o seu padrão de vida fica em risco. Para ajudar, neste post vamos tratar o assunto de maneira completa, passando pelos seguintes tópicos:
Vamos lá? Boa leitura!
Padrão de vida pode se definir pelo acesso que temos a bens materiais, serviços e como isso se relaciona com a nossa respectiva rotina, com base no grupo social em que estamos inseridos, e também o nosso poder de compra.
Para tanto, isso norteia as pessoas dentro de parâmetros que definam a dignidade de vivência delas, bem como o conforto e lazer dos quais elas podem ter acesso no dia a dia.
Só de ler isso, contudo, você pode achar que o seu conceito de padrão de vida diferencia-se do colega de trabalho ao seu lado. E isso é inteiramente verdade.
A ideia de uma moradia simples e em centros urbanos pouco movimentados pode ser o sonho, para uns, mas o extremo oposto para outras pessoas, que necessitam de apartamentos altíssimos, nas cidades mais movimentadas do mundo, e cheias de conforto.
Só que, complementarmente, não estamos falando só de um poder de escolha. O padrão de vida também se define pelo contexto socioeconômico em diferentes frentes, como:
Dessa forma, não basta apenas querer mudar o padrão de vida sem levar em conta todos os elementos cotidianos que podem fazer parte dele.
Nessa amplitude e versatilidade de conceito, o padrão de vida tem algumas distinções que podem ser observadas nos parâmetros abaixo:
Vale destacar que independentemente do seu padrão de vida é possível ter  uma rotina equilibrada entre os seus gastos e sua renda, permitindo uma gradual escalada — sempre levando em consideração os seus próprios interesses. 
No mais, isso não define a sua qualidade de vida, pois, ainda que os padrões mais elevados ofereçam serviços de maior qualidade (como saúde e educação), a qualidade de vida não se resume ao poder de aquisição das pessoas.
Para muitas pessoas, liquidar o estresse e viver com uma renda menor é um verdadeiro sonho. E aí, seu padrão de vida é elevado sem, necessariamente, aumentar os números em sua conta bancária.
Você já deve conhecer o cenário: um novo modelo de celular chegou ao mercado, e um conhecido que mal quitou as parcelas do seu antigo aparelho já iniciou uma nova saga de parcelas para adquirir o lançamento.
Como resultado, as dívidas se acumulam, esse indivíduo não paga nem o aparelho anterior e, tampouco, o atual e começa a ter o seu padrão de vida prejudicado por conta das dívidas.
Esse é um exemplo menor, mas que se revela de múltiplas maneiras em nosso dia a dia. 
Troque o celular, por exemplo, por um imóvel. Troque o custo de vida em uma cidade interiorana pelo padrão de viver no bairro mais valorizado da cidade de São Paulo. Deu para entender?
Em recente estudo, publicado pelo SPC Brasil e Meu Bolso Feliz, registrou-se que um em cada quatro brasileiros vive acima dos limites do seu atual padrão de vida. E isso se traduz em:
Sem falar que é comum observar as pessoas insatisfeitas com o atual padrão de vida que possuem. Cada vez mais, as pessoas desejam imediatismo para suprir as necessidades, como um serviço mais qualificado, produtos de melhor qualidade e condições financeiras mais estáveis e livres dos sintomas comuns ao estresse financeiro.
Com base no que vimos acima, é comum que sequer percebamos estar vivendo em um padrão de vida mais elevado do que a nossa atual renda comporta.
Afinal de contas, mais do que um desejo supérfluo de possuir coisas melhores, muitas famílias se endividam na tentativa de oferecer condições melhores aos seus entes queridos. De qualquer forma, é importante saber identificar se você encontra-se — ou não — nessa situação.
Confira, abaixo, alguns sinais que podem ser observados para atentar-se se existem exageros no padrão de vida que a sua família se encontra:
Por outro lado, não se deve manter esse tipo de rotina. Não faz bem a ninguém, já que todo o seu planejamento vai por água abaixo e, com isso, a tendência é de estagnação financeira.
Se você está à procura de algum auxílio para que sobre uma renda, ao menos, no final do mês, deixe salva a leitura de outro artigo nosso, que explica algumas boas ideias de economia doméstica para serem aplicadas no dia a dia!
Para que você consiga economizar e alinhar o seu padrão de vida à renda mensal da sua família, confira algumas dicas a seguir!
Comece anotando o orçamento familiar. O que isso significa?
Reveja as despesas dos últimos 3 meses e precise uma média de gastos, considerando os gastos fixos (como aluguel, contas de luz e água etc.) e variáveis (como roupas, refeições fora de casa, supermercado etc.) e, em contrapartida, avalie a renda mensal.
Se as despesas estão ultrapassando o limite (que é a renda da família) é importante rever os valores para adequá-los a esse limite. E o ideal é que você consiga poupar, ao menos alguns reais, de maneira que você invista esse dinheiro e também construa uma reserva financeira para emergências.
Desafiador? Sem dúvidas! Mas é uma maneira eficiente para organizar suas finanças, passo a passo, sem grandes imprevistos no percurso.
Sem pressa, identifique tudo aquilo que você pode comprar e adeque-se a esse padrão de vida. Com o tempo, você vai entender que é melhor ter dinheiro, no final do mês, do que prejudicar o orçamento e qualquer desenvolvimento no padrão de vida que tenha ocorrido.
Pois uma nova dívida vai consumir, invariavelmente, tudo aquilo que tinha sido poupado. E de que adianta gastar mais do que possui, senão para conviver com as dívidas sempre à espreita, limitando as suas opções?
Isso vale para o rotativo do cartão de crédito, o cheque especial, os empréstimos bancários e qualquer outra oferta de crédito. Quando você solicita qualquer tipo de crédito, possivelmente esta optando por pagar uma dívida parceladamente. 
Portanto, sempre avalie as suas opções cuidadosamente. Nem sempre, o crédito é a melhor alternativa. Você pode, por exemplo, optar por renegociar uma dívida ou poupar por conta própria a fim de ter a renda necessária para o que você precisa arcar.
É muito comum que comecemos a poupar e, no primeiro imprevisto, usemos esse dinheiro. E, aí, a única opção consiste em começar tudo de novo.
No entanto, se você aprender o mínimo sobre os diferentes tipos de investimentos e usá-los de acordo com os seus objetivos e necessidades. Acredite, o assunto não é tão complexo quanto parece, e os benefícios são palpáveis.
Mas, se mesmo assim o assunto foge bastante dos seus conhecimentos, temos um convite para você: curta a nossa página no Facebook e siga-nos no Instagram, Twitter e LinkedIn! Assim, você vai saber em primeira mão todas as dicas e novidades que separamos sobre o assunto, e você pode melhorar gradualmente o seu padrão de vida com os nossos conteúdos!

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