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Falta de dinheiro pode causar baixa autoestima? Entenda a relação!

Dinheiro não compra felicidade. Essa frase é vista, lida e ouvida em diversos meios, constantemente, nos lembrando de que o acúmulo de patrimônio, por si só, não traz felicidade.
Mas existe o outro lado da questão: afinal de contas, a falta de dinheiro pode causar baixa autoestima?
Como sabemos, esse desequilíbrio emocional pode causar outros problemas psicológicos e físicos, até, como a infelicidade, o estresse acumulado e seus sintomas consequentes, e também insegurança para melhorar a situação financeira atual.
Então, vamos ver como a falta de dinheiro pode causar baixa autoestima, dessa forma você não terá problemas em suas novas conquistas e, pessoalmente, possa recuperar a disposição para mapear a sua felicidade — que não está 100% associada ao dinheiro, como veremos? Confira, a seguir com base nos seguintes tópicos abordados:
Boa leitura!
O bem-estar financeiro tem sido constantemente associado a uma qualidade de vida aprimorada. Afinal de contas, as dívidas e a falta de um planejamento financeiro coincidem com cotidianos turbulentos e cheios de incertezas, como:
O pior é que, quando essas situações se tornam recorrentes, não é só o bolso e o padrão de vida familiar que são afetados, mas o estado psicológico e emocional dos envolvidos.
Então, sim, a falta de dinheiro pode causar baixa autoestima.
Qualquer abalo emocional pode trazer consequências — incluindo físicas — que impactam negativamente o nosso dia a dia. 
Por exemplo: o estresse nos deixa com fadiga, irritados e impacientes. A ansiedade e a depressão, outros distúrbios psicológicos e cada vez mais populares, tiram a motivação, disposição e também a concentração para a realização de tarefas.
Com a baixa autoestima não é diferente, ainda mais, porque ela contribui para que nos sintamos mais inseguros, com a confiança abalada e sem disposição (física e emocional) para cuidarmos dos problemas.
O resultado disso, entre outros, é que tendemos a deixar o equilíbrio financeiro em segundo plano. Diante de uma crise financeira, ficamos mais incomodados e — em um contrastante paralelo — indispostos para reverter o quadro de dívidas acumuladas.
Só não podemos confundir que a autoestima seja a solução para sair das dívidas. Pelo contrário: esse distúrbio é um sintoma que dificulta as ações para reverter a situação. E isso vai ficar mais claro ainda com base no tópico a seguir.
É bem verdade que um salário abaixo do padrão de vida ou práticas abusivas do mercado, podem dificultar o acúmulo de riquezas, mas a falta de dinheiro muito tem a ver com a nossa relação com ele.
Até por isso, o planejamento financeiro familiar é tão importante — para saber mais sobre o assunto, veja nosso post completo sobre isso! Por meio dele, é possível avaliar a renda mensal e compará-la com as despesas gerais de casa para em seguida conseguir determinar metas em curto, médio e longo prazo.
Consequentemente, aprendemos a poupar tendo em vista esses objetivos financeiros. Não é à toa que a ausência de um cuidado estratégico com seu dinheiro pode se converter, rapidamente, em dívidas.
E vale reforçar que a falta de dinheiro pode causar baixa autoestima quando já nos encontramos em uma situação de medo e/ou insegurança no dia a dia. Aí, mesmo com planejamento pode ficar difícil mudar o quadro, considerando que a disposição para tal tarefa vai ser continuamente menor.
Ainda mais quando descontamos esses distúrbios emocionais com gastos. Há quem desconte em uma alimentação desregrada. Outros, em compras por impulso em shoppings centers. Com uma vida financeira já prejudicada, essas válvulas de escape não ajudam em nada a solucionar o problema com os débitos.
A falta de dinheiro pode causar baixa autoestima e, por sua vez, piorar endividamentos.
É uma relação que caminha em ambas as direções. Para tanto, vale a pena trabalhar para que tanto a sua saúde financeira quanto o seu bem-estar emocional estejam em dia. E vamos começar definindo uma relação mais sadia com o seu orçamento mensal!
Falamos sobre isso anteriormente. Trata-se de compor um objetivo (seja ele qual for e independentemente do prazo estipulado para alcançá-lo) para que você comece a cuidar melhor das suas finanças.
Os objetivos são boas maneiras de orientar-se. Mesmo com baixa autoestima, eles podem servir de estímulo para se esforçar mais até que essa primeira meta seja alcançada. Em seguida, planeje uma nova e assim por diante.
Vale a pena, inclusive, reunir-se com a família para isso. Objetivos que impactam a todos são melhores porque a união colaborativa pode ser determinante para mudar de situação rapidamente. Especialmente, para quem vem sofrendo com a baixa autoestima causada pela falta de dinheiro e pode contar com o apoio e auxílio dos familiares.
Respire fundo e reúna os extratos e despesas dos últimos meses — de três a seis meses. Por meio deles, identifique os gastos e compare com o seu orçamento. Depois, estabeleça um limite de custos para:
Essa segmentação ajuda a manter um teto de despesas, fazendo com que o planejamento ocorra com mais naturalidade e menos imprevistos e obstáculos no percurso.
Lembre-se que a falta de dinheiro pode causar baixa autoestima, mas que o consumo desenfreado não melhora em nada a situação. Por isso, além da dica anterior, confira se é possível direcionar alguma quantia — por menor que seja — em investimentos.
Isso vai ajudar a construir um patrimônio sólido para a família. E não pense que investir é algo difícil, inacessível ou apenas para quem tem muito dinheiro guardado. 
Para provar o quanto isso é só um mito do mercado financeiro, aproveite para dar uma lida em nosso conteúdo onde listamos as 7 melhores opções de investimentos no Brasil!
De maneira complementar, os abalos emocionais devem ser lidados por igual. Isso porque, uma vez que as dívidas foram sanadas, alguns aspectos dos distúrbios psicológicos podem persistir. Pois, como destacamos no início do artigo, dinheiro não compra felicidade.
Então, cabe a você analisar os aspectos da sua vida que podem contribuir para que esses problemas não se instalem no seu inconsciente e em ações conscientes. Para equilibrar o seu lado emocional, vamos ver algumas dicas que costumam render bons resultados?
Reflita sobre quem você é, o que importa em sua vida e quais são os seus pontos fortes e de melhoria. Cuidar da saúde mental é importante para, em seguida, atender aos cuidados básicos de sua saúde financeira.
Volte alguns anos de vida e relembre sua relação familiar e também a relação deles com o dinheiro. Identifique quais hábitos prejudiciais foram “herdados” por você e comece a mudá-los para garantir um futuro mais próspero e livre desses vícios financeiros que não geram nada de positivo na sua vida.
Converse com amigos e parentes. Apoie-se em quem deseja ajudar. A melhor parte de saber que a falta de dinheiro pode causar baixa autoestima é que o suporte emocional é infinito. 
Rodeie-se de quem quer o seu bem e trabalhe com a ajuda dessas pessoas para mudar de postura, atitude e pensamentos. E, especialmente, de vida abandonando as dívidas de vez para focar em um futuro mais próspero e rico — em todos os sentidos.
Agora, gostaríamos de ouvir a sua opinião. Se você tem alguma experiência onde falta de dinheiro tenha te causado baixa autoestima, compartilhe conosco quais foram os desafios que você superou. Dessa maneira, mais pessoas podem se inspirar a transformar as suas vidas!
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